sábado, 29 de janeiro de 2011

João Pessoa - dia 4

Hello de novo.

3 dias se passaram, o corpo já vai assimilando o calor. ou não. O ar condicionado acabou com a garganta da Cinthia. Ar condicionado agora só se for na função ventilador e de janela aberta. Isso acontece quando o organismo rejeita o marajá way of life e precisa sofrer um pouco.
Separamos os documentos para levar para a ufpb, uma visita rápida ao google e descobrimos que a coperve (o nucleo de concursos e vestibular da UFPB) fica no bairro do torre em joão pessoa, caminho diferente da ufpb. Vimos que ele fica umas quatro quadras da Epitácio e o onibus que passa aqui em frente do hotel segue essa avenida. A mulher da recepção falou que o onibus que passa aqui na frente vai pro terminal proximo e volta pela rua de tras do hotel. Ok, pegamos o onibus e seguimos pro tal terminal. Uma volta de jacu. pelo menos valeu pela vista. fomos até a ponta do seixas (lado mais oriental do Brasil) onde fica a belissima Estação Ciência, Cultura e Artes, assinada pelo Oscar Niemeyer. Mesmo que ninguém falasse, percebe-se os traços dele, lembrando algo do MON de Curitiba (por que será né...). Ainda quero fazer uma visita. O terminal era uma rua sem sinalização, onde trocamos para o ônibus da frente e ele fez a volta pela rua de trás do hotel. ¬¬
Ônibus aqui se entra pela porta de trás e só desce pela porta da frente, junto ao motorista. Bem ruim pra descer, somando o fato dos velhinhos entram pela frente já que não pagam passagem, ficando bem confuso quem vai descer quem não vai. Em geral você acena para o motorista e corre para a porta dos fundos, eles não parecem muito pacientes e também não passam certinho pela pista onde tem ponto de ônibus. Aliás, parece que em todos os ônibus que entramos os motoristas escolheram dirigir "com emoção".
No ônibus percebi que não tinha pego a foto 3x4 necessária para a inscrição, resolvemos arriscar encontrar algum lugar que tirasse foto no caminho.

Descemos no ponto do extra hipermercados e fomos fazer um lanche lá. Existe carne vermelha e o preço das coisas parece não variar muito com o de Curitiba, aquela coisa, alguns itens mais caros outros mais baratos. me chamou a atenção a Batata, estava R$3,43 o quilo. Paguei R$0,89 no dia de feirão do wallmart em Curitiba. Passado o momento dona de casa, fomos imprimir a guia de pagamento e tentar tirar a foto. No extra não estavam mais tirando fotos, algum problema técnico na maquina ou algo assim. O outro lugar que tinha foto era bem longe, umas 7-10 quadras para trás. Decidimos ir ver onde ficava a coperve e verificar se está tudo certo a documentação. Aproveitamos que estavamos no extra e compramos um celular baratex Alcatel, por 60 pila. O objetivo é usar usar com chip 083 sem ter que alternar os celulares 041. Achamos que podia ser uma boa ideia, afinal as coisas sempre parecem boas ideias da primeira vez.

Na região têm bastante clínicas médicas, todo tipo de tomografia, neurocirurgia, instituto da dor e coisas haver com saúde, além do hospital samarito. Para me localizar eu tinha feito um mapa em casa, usando o gugóu. Passei batido pelo meu próprio mapa, não acreditei que a coperve ficasse numa rua tosca. Pois é, era na rua tosca. "Momento turista 2": uma senhora me viu lendo o mapa e parou pra ajudar. ela também nao sabia o que era essa coperve, mas o cara da banca próxima que vende salgado pra estudante quando faz vestibular é amigo dela e podia perguntar pra ele, pois ele conhece tudo sobre a região. Fomos na banca para não fazer desfeita, já que só podia ser na rua tosca. o cara indicou o caminho conforme o mapa, mas não soube responder onde tinha foto 3x4 que não fosse no extra. Ou o cara não sabia tudo sobre a região ou não tinha mesmo onde tirar foto.

Encontramos a coperve, apresentando os documentos para conferencia mais um problema, um atendente da coperve disse que só podia ter cursado metade do tempo do curso, mas a Cinthia tinha mais que a metade, só que contando com o trancamento total. Aí o outro dizia que o trancamento não conta. Em suma, mandaram a gente perguntar na UFPB porque eles não estavam apenas recolhendo a documentação, não questionando. Tivemos que ir até a reitoria, pois se eles indeferissem o pedido perderíamos o dinheiro da inscrição, que não tem devolução.
Pegamos outra indicação de onibus e seguimos para a ufpb.

Não percebemos a hora e chegamos 12:20, horário de almoço do setor : 12 as 14 horas. =(
Ficamos mofando no meio fio até a hora de abrir, ouvindo as reclamções dos pessoenses na rádio em viva voz(o celular vem com rádio fm, mas apenas um fone (apenas uma orelha). No final das contas a documentação tava correta, pagamos na agencia do banco do brasil da universidade e fomos para casa buscar a foto. Descemos na epitácio (Não há linha de onibus que vá direto da ufpb para o hotel) e camelamos os 1.1km do busto do tamandaré até o hotel.Um banho depois e estavamos renovados. Fomos denovo pegar o onibus, só que dessa vez pela rua de trás. Tinha uma amiga da mãe do casé na beira da estrada, eram 16:00 horas, fiquei pensando se ela estava desde cedo no trabalho ou se esperava o anoitecer (+-17:30), enfim, cada um com sua realidade.

Entregamos a documentação na coperve e voltamos no mesmo ônibus que nos levou. Isso nos leva a crer que não deve ser muito mais longe o ponto final do ônibus. Paramos na padaria, refizemos os mantimentos, andamos mais uma vez até o hotel.

Foi o dia mais cansativo desde que chegamos. A Cinthia capotou, eu fiquei escrevendo os posts e ouvindo o musico de sexta no quiosque. Parecia estar bem bom, ouvi até acabar, próximo da meia noite. Pena não ter ido lá, mas tudo bem, a cerveja devia estar quente. Passava Watchman no telecine premium, mas como perdi o começo deixei de lado e fui dormir. Noite abafada e com vento. A vida malemolente tá chegando ao fim.
Bom final de semana

Aquele abraço

Notas mentais:

*Não esquecer de levar a câmera, senão não tem fotos para as postagens.
*É preciso chamar atenção do motorista, eles não gostam de passar próximo do ponto de ônibus.
*Existem várias companhia de ônibus, cores diferentes e são conhecidos pelo número, não pelo nome da linha.
*Quando pedir para o cobrador lhe avisar algo, certifique-se que ele não dormiu.
*Os carros param para você atravessar a rua se você acenar, mas só na faixa.
*Como diz a recepcionista do hotel, "a coperve é mais burocrática que a UFPB".
*O trânsito nos horários de pico, seja de manhã, almoço ou final da tarde é terrível.
*Entre 5 e 8 da manhã é proibido o trânsito de veiculos na orla.
*Seguir do busto (Av. Epitacio Pessoa) até o hotel virou uma ação automática, algo como ir de um lado ao outro da rua XV em Curitiba.

2 comentários:

Anônimo disse...

cansou só de ler. E deu calor, também. Pergunta: no terminal você precisa pagar a passagem de novo pra pegar outro ônibus?

Já mostrei pra Mi as fotos do nosso quarto em João Pessoa. hahaha.

Aquele abraço,
Marcel.

Pedra disse...

Sim, terminal de integração. 2 ônibus uma passagem.