segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

João Pessoa - dia 7

Hello povo. Finalmente chegou o dia 7. O climax de nossa primeira seman em João Pessoa. Finalmente nos mudamos. Mandei por e-mail as fotos do ap. Quando tirar uma decente posto aqui. Acordamos 6:00 da manhã, sol aparecendo, pessoas correndo na orla fechada para veiculos, fomos fumar um cigarrinho matinal para apreciar a paisagem e.. chuva. Chuva de verão! Bem na hora do cigarro matinal. Treinamos o 20 metros rasos sem barreiras para dentro do hotel e fomos arrumar as malas.

O Jerônimo, o cristão que arranjou o desconto do hotel para o bem da familia ia fazer o translado hotel-casa nova. Sabe aqueles fanáticos, tipo Deus interviu na minha vida e agora preciso pregar a palavra? Coisa do tipo. Ele ainda é funcionário do tribunal do trabalho da Paraíba. Depois que desovei o presenteei com um calendario com frases cristãs ele se abriu todo. Diz ele que vai guardar no carro porque é portátil. Falou pra se cuidar, do casamento, da união com Deus, como Deus é bom e bla bla bla. Whatever, vai dar tudo certo. Em nome de Jesus.

Chegamos no ap novo. Ele não é necessariamente novo, só é novidade estarmos morando nele. Os outros moradores também não são novos, nosso é o único alugado, o resto é de moradores antigos, se é que vocês me entendem. A vizinha é a dona piedade. Bem simpática. No que precisar pode chamar ela. Talvez ela precise de atenção. Nas normas diziam que 20h é pra reduzir o barulho, provavelmente qualquer barulho depois das 22h vai despertar a ira da melhor idade. A casa tem uma mobilia usada mas em bom estado de conservação. A decoração segundo a Cinthia é péssima. Provavelmente vamos esconder tudo que acharmos feio embaixo da cama do quarto de visitas. Bate um vento bem agradavel, diz que aqui o vento vem do sul, não do mar. Seja lá de onde vem, é bem arejado, apesar do excesso de grades na janela dar uma sensação de sufocamento na primeira vista.

Deixamos as malas (e a bagunça) de lado e fomos explorar a região. Adaílson, Adaílton, ou algo assim parece ser o zelador. Ele nos indicou o caminho do mercado e da panificadora. No caminho vimos várias distribuidoras de bebidas, isso é bem útil. Acho que vou fazer uma pesquisa de preço, só preciso arranjar garrafas de vidro e um isopor para garrafas. Tem um mercado próximo, as ruas não são necessariamente bem asfaltadas, no fundo percebe-se que ainda há falta de estrutura no bairro, nada que tenha sido um inconveniente. A padaria fica na frente do banco do brasil, o mercado arruda na rua que sai na praça do caju. Dada as devidas proporções, estavamos no equivalente à pontal ou guaratuba e fomos para matinhos ou caiobá. Areia um pouco suja, meio descuidada, mas nada que atrapalhe a beleza do lugar. Compramos equipamentos básico de limpeza no mercadinho local e fomos dar uma melhorada no visual do ap.

Pela tarde, fomos atrás de um mercado grande, atrás de suprimentos de verdade. Carrefour. O ponto final do ônibus fica na nossa rua, em frente do mercadão municipal do Bessa. Só tinha gente tomando cachaça e nenhuma caracteristica de mercado como barracas ou sei lá, fruta, peixe à venda. Pedimos pro cobrador nos avisar do ponto do carrefour ele fez uma cara de quem todo mundo sabe onde é o carrefour ou ele é grande o suficiente para você perceber quando chegar, mas avisou onde era o nosso ponto de descida sem maiores problemas. Não notei muita diferença no preço das coisas, apesar de que no final das contas deviamos ter feito alguma economia. Absurdos, uma caixa de ovo custa 4 pilas, não existe salsinha ou cebolinha e a seção de frutas e verduras é bem falha. Na volta o taxista nos mostrou onde fica o equivalente das lojas de 1,99 ou onde poderíamos comprar coisas de plástico para casa. Era o império dos potes e das cadeiras plásticas. Devia ser a casa china local. Comentamos sobre a falta de produtos no mercado ele nos recomendou ir para cabedelo, região metropolitana de João Pessoa. Até onde eu lembrava região metropolitana não era boa. Dizia ele que lá tem frutas e peixe direto do produtor. Comentou ainda que na BR existe o "transporte alternativo", pessoas que depois do trabalho fazem o transporte de pessoas até cabedelo, elas piscam o farol e você acena, mas ele não recomendava pegar um desses. Só em último caso. Preferi não perguntar porque ele não recomendava.

Chegamos em casa, trouxemos as compras, resolvemos mudar e colocar o sofá no quarto de visita. ele não passava no corredor, foi preciso alguma manobra para encaixar, abrir ele (é um sofa cama), arranhar um pouco a parede, mas ainda sim o resultado foi bom. Deve chegar amanhã nosso novo sofá usado.

Deixamos o resto da arrumação para o próximo dia. Até breve.

Aquele abraço

Notas mentais:

*Tecnicamente agora só postagens ocasionais e abandono completo do blog após 1 semana de publicações. Espero que se mantenha, tenha sempre novas histórias, bom preciso contar ao mundo o que está acontecendo. O.o
*Nunca aceite carona de estranhos quando estiver na beira de estrada.
*Galinha dos ovos de ouro existem. Pelo menos deve ser por aqui.
*As leis de murphy também existem. Todo belo dia em que decide-se aproveitar a paisagem ao ar livre chove.
*As pessoas em joão pessoa parecem que disputam quem dá a melhor opinião, quando pergunta para uma pessoa numa roda, todos da roda vão dar a opinião.

sábado, 29 de janeiro de 2011

João Pessoa - dia 5 e 6

Foto da vista noturna da orla iluminada de Cabo Branco

Final de semana de molho

Sábado pela manhã piscina, Cinthia ainda ruim pelo ar condicionado, usamos apenas na função ventilador, mas acho que ela tá com alguma laringofaringodordegargantologite. Tirando isso, mais um final de semana com sol entre nuvens.
Saímos para tomar uma água de côco e acabamos nem ido ver manu chao. Não que fosse do interesse, o melhor seria ir na sexta, Zeca Baleiro. Este foi o fim da estação nordeste 2011, parece que foi um sucesso.
De noite pizza. Por causa do francês maldito, levou 1h para entregarem a pizza. Isso que a pizzaria fica 1km de distância.

Explodiram outro caixa eletrônico, em média a cada 4-5 dias explodem uma agência bancária ou caixa eletrônico na paraíba. Parece que foram 8 casos esse ano.

Domingo, saí para caçar comida. Praia cheia, todo mundo aproveitando o sol.
Encontrei o mesmo molequinho pedinte pelo quinto dia seguido. Já chegou cumprimentando com uma certa intimidade, "oi, tem moeda hoje?" "fica pra próxima guri, hoje só estou caminhando". Acho que se ficasse mais alguns dias por ali ele iria me chamar para tomar uma cerveja. Foi engraçado no 1o dia, ele pediu a moeda dizendo que era pra comprar o marmitex de R$7,00. Em vez de dar a moeda, perguntamos onde era o tal restaurante em pleno cabo branco que vendia marmitex por 7 pilas.. dizia ele que tinha um de R$ 5,00, mas provavelmente teria que dar uma moeda pela informação. Fiquei pela padaria mesmo.

Passou Marley e Eu no telecine. A Cinthia chorou de novo vendo o filme.
Despedida da tv a cabo e do hotel. hora de arrumar as malas e ir pro novo ap.
Deixamos para arrumar as coisas de manhã e passamos o dia morgando.

Aquele abraço

Notas Mentais:

*Se tem show na frente da pizzaria, não peça pizza
*Dizem que quando o dono do bar te chama pelo nome é porque as coisas estão ruins. E quando o pedinte te reconhece as coisas estão como??
*Se sua garganta não aguenta o tranco, não ligue o ar condicionado.
*Chá de gengibre com limão ajuda bastante no tratamento da garganta.
*Todas as pessosa de João Pessoa parece querer dar informação e ajudar, até o pedinte.

João Pessoa - dia 4

Hello de novo.

3 dias se passaram, o corpo já vai assimilando o calor. ou não. O ar condicionado acabou com a garganta da Cinthia. Ar condicionado agora só se for na função ventilador e de janela aberta. Isso acontece quando o organismo rejeita o marajá way of life e precisa sofrer um pouco.
Separamos os documentos para levar para a ufpb, uma visita rápida ao google e descobrimos que a coperve (o nucleo de concursos e vestibular da UFPB) fica no bairro do torre em joão pessoa, caminho diferente da ufpb. Vimos que ele fica umas quatro quadras da Epitácio e o onibus que passa aqui em frente do hotel segue essa avenida. A mulher da recepção falou que o onibus que passa aqui na frente vai pro terminal proximo e volta pela rua de tras do hotel. Ok, pegamos o onibus e seguimos pro tal terminal. Uma volta de jacu. pelo menos valeu pela vista. fomos até a ponta do seixas (lado mais oriental do Brasil) onde fica a belissima Estação Ciência, Cultura e Artes, assinada pelo Oscar Niemeyer. Mesmo que ninguém falasse, percebe-se os traços dele, lembrando algo do MON de Curitiba (por que será né...). Ainda quero fazer uma visita. O terminal era uma rua sem sinalização, onde trocamos para o ônibus da frente e ele fez a volta pela rua de trás do hotel. ¬¬
Ônibus aqui se entra pela porta de trás e só desce pela porta da frente, junto ao motorista. Bem ruim pra descer, somando o fato dos velhinhos entram pela frente já que não pagam passagem, ficando bem confuso quem vai descer quem não vai. Em geral você acena para o motorista e corre para a porta dos fundos, eles não parecem muito pacientes e também não passam certinho pela pista onde tem ponto de ônibus. Aliás, parece que em todos os ônibus que entramos os motoristas escolheram dirigir "com emoção".
No ônibus percebi que não tinha pego a foto 3x4 necessária para a inscrição, resolvemos arriscar encontrar algum lugar que tirasse foto no caminho.

Descemos no ponto do extra hipermercados e fomos fazer um lanche lá. Existe carne vermelha e o preço das coisas parece não variar muito com o de Curitiba, aquela coisa, alguns itens mais caros outros mais baratos. me chamou a atenção a Batata, estava R$3,43 o quilo. Paguei R$0,89 no dia de feirão do wallmart em Curitiba. Passado o momento dona de casa, fomos imprimir a guia de pagamento e tentar tirar a foto. No extra não estavam mais tirando fotos, algum problema técnico na maquina ou algo assim. O outro lugar que tinha foto era bem longe, umas 7-10 quadras para trás. Decidimos ir ver onde ficava a coperve e verificar se está tudo certo a documentação. Aproveitamos que estavamos no extra e compramos um celular baratex Alcatel, por 60 pila. O objetivo é usar usar com chip 083 sem ter que alternar os celulares 041. Achamos que podia ser uma boa ideia, afinal as coisas sempre parecem boas ideias da primeira vez.

Na região têm bastante clínicas médicas, todo tipo de tomografia, neurocirurgia, instituto da dor e coisas haver com saúde, além do hospital samarito. Para me localizar eu tinha feito um mapa em casa, usando o gugóu. Passei batido pelo meu próprio mapa, não acreditei que a coperve ficasse numa rua tosca. Pois é, era na rua tosca. "Momento turista 2": uma senhora me viu lendo o mapa e parou pra ajudar. ela também nao sabia o que era essa coperve, mas o cara da banca próxima que vende salgado pra estudante quando faz vestibular é amigo dela e podia perguntar pra ele, pois ele conhece tudo sobre a região. Fomos na banca para não fazer desfeita, já que só podia ser na rua tosca. o cara indicou o caminho conforme o mapa, mas não soube responder onde tinha foto 3x4 que não fosse no extra. Ou o cara não sabia tudo sobre a região ou não tinha mesmo onde tirar foto.

Encontramos a coperve, apresentando os documentos para conferencia mais um problema, um atendente da coperve disse que só podia ter cursado metade do tempo do curso, mas a Cinthia tinha mais que a metade, só que contando com o trancamento total. Aí o outro dizia que o trancamento não conta. Em suma, mandaram a gente perguntar na UFPB porque eles não estavam apenas recolhendo a documentação, não questionando. Tivemos que ir até a reitoria, pois se eles indeferissem o pedido perderíamos o dinheiro da inscrição, que não tem devolução.
Pegamos outra indicação de onibus e seguimos para a ufpb.

Não percebemos a hora e chegamos 12:20, horário de almoço do setor : 12 as 14 horas. =(
Ficamos mofando no meio fio até a hora de abrir, ouvindo as reclamções dos pessoenses na rádio em viva voz(o celular vem com rádio fm, mas apenas um fone (apenas uma orelha). No final das contas a documentação tava correta, pagamos na agencia do banco do brasil da universidade e fomos para casa buscar a foto. Descemos na epitácio (Não há linha de onibus que vá direto da ufpb para o hotel) e camelamos os 1.1km do busto do tamandaré até o hotel.Um banho depois e estavamos renovados. Fomos denovo pegar o onibus, só que dessa vez pela rua de trás. Tinha uma amiga da mãe do casé na beira da estrada, eram 16:00 horas, fiquei pensando se ela estava desde cedo no trabalho ou se esperava o anoitecer (+-17:30), enfim, cada um com sua realidade.

Entregamos a documentação na coperve e voltamos no mesmo ônibus que nos levou. Isso nos leva a crer que não deve ser muito mais longe o ponto final do ônibus. Paramos na padaria, refizemos os mantimentos, andamos mais uma vez até o hotel.

Foi o dia mais cansativo desde que chegamos. A Cinthia capotou, eu fiquei escrevendo os posts e ouvindo o musico de sexta no quiosque. Parecia estar bem bom, ouvi até acabar, próximo da meia noite. Pena não ter ido lá, mas tudo bem, a cerveja devia estar quente. Passava Watchman no telecine premium, mas como perdi o começo deixei de lado e fui dormir. Noite abafada e com vento. A vida malemolente tá chegando ao fim.
Bom final de semana

Aquele abraço

Notas mentais:

*Não esquecer de levar a câmera, senão não tem fotos para as postagens.
*É preciso chamar atenção do motorista, eles não gostam de passar próximo do ponto de ônibus.
*Existem várias companhia de ônibus, cores diferentes e são conhecidos pelo número, não pelo nome da linha.
*Quando pedir para o cobrador lhe avisar algo, certifique-se que ele não dormiu.
*Os carros param para você atravessar a rua se você acenar, mas só na faixa.
*Como diz a recepcionista do hotel, "a coperve é mais burocrática que a UFPB".
*O trânsito nos horários de pico, seja de manhã, almoço ou final da tarde é terrível.
*Entre 5 e 8 da manhã é proibido o trânsito de veiculos na orla.
*Seguir do busto (Av. Epitacio Pessoa) até o hotel virou uma ação automática, algo como ir de um lado ao outro da rua XV em Curitiba.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

João Pessoa - dia 3

Hello povo, pretendo escrever até o dia 7, quando finalmente nos mudamos ou ainda porque o 7o é o dia do descanso.


Dia de praia, indo para o mesmo bat-local, descobrimos uma boa idéia, tem uns balões de propaganda que fazem sombra mais perfeita que o guarda-sol e não sai voando com o vento. Alias, nesse dia estava ventando muito e o mar não estava belo. Belo mesmo sou eu de sunguinha na praia.

Depois fomos almoçar na padaria e na ida a farmácia percebi que meu peso diminui 2,5 kg em relação à segunda-feira. Tudo bem que tem estava com roupas mais leves, mas se continuar com essas cameladas daqui uns 3 meses deve ter algum efeito. Espero só que o efeito não seja um estiramento muscular.

Choveu do meio da tarde até a noite (leia-se 6 da tarde), depois de dormir de tarde fomos para o quiosque que dava pra ouvir o músico do hotel. Frustrante. O músico muda toda noite, daí obvio a músicas eram outras, a cerveja skol 3,99 estava quente, os garçons queriam mais conversar entre eles do que atender. Numa outra mesa, o garçon levou batata frita para os copos de suco vazios e guardanapos. Suspeito que o pessoal que tava na mesa vazou. as batatas ainda estavam na mesa após mais ou menos 1h. Olhamos para o marcador da geladeira 3 graus, olhamos a geladeira do quiosque do lado (sem couvert, mais fuleiro, com geladeira marcando -0,8). Não sei se pegou mal, mas pagamos a nossa conta, falamos que cerveja quente não rolava e fomos para o quiosque do lado (2 metros pro lado). O atendente do outro boteco não tinha um olho, ou tinha algum problema, ou sei lá. Mas a cerveja estava mais gelada, não estupidamente, porém mais gelada e mais barata. concluímos que fizemos mau negócio indo pro primeiro boteco. Tomamos mais algumas cervejas, vimos alguns ratos, baratas, calangos, caramujos correndo pela orla. tá o caramujo não estava correndo e foi só um rato. Voltamos ao hotel e ajeitamos as coisas pela internet para pedir a transferência da Cinthia para o UFPB, inscrições, guia de recolhimento e escambau. Descansar para no dia seguinte nos aventurar de ônibus..

Aquele abraço, segue foto tirada da piscina do hotel, pouco antes da chuva.




Notas Mentais:

*Não postar mais fotos de sunga.
*O tesouro do duendo do arco-iris deve estar no fundo do mar.
*Curitibano é muito educado e atencioso, nós é que não percebemos.
*Não comer nos quiosques.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

João Pessoa - dia 2

Hello again povo, continuo aqui o relato do segundo dia em João Pessoa.
6:15 da manhã o sol já estava alto, tostando os olhos através da janela que ficou aberta. Lembra algo como o dia 10, 11 horas de Curitiba. fechamos a cortina e ligamos o ar condicionado como bom curitibano que nao gosta de acordar cedo. =p

Foto na parte da praia em que fica o busto do tamandaré.

Finalmente fomos à praia, apenas a Cinthia foi na água, eu não queria sujar a bermuda. Ficamos ao arredor do busto de tamandaré, ponto conhecido de João Pessoa, famoso por marcar o fim da Avenida Epitácio Pessoa, o Busto de Tamamdaré divide a orla à esquerda para Tambaú, Manaíra e Bessa, e à direita para Cabo Branco e Seixas. É o ponto onde se realizam os maiores eventos ao ar livre da cidade, como o Estação Nordeste, Reveillon, etc. por falar vai ter show do manu chao no sabado. No ponto dos cem réis, local que ainda não fui, nem tenho idéia de onde seja, come é etc vai ter o show 0800 do zeca baleiro.
Essa Av. Epitácio Pessoa é uma das principais para ir para o centro e outros lados da cidade e onde fica a padaria que nos recomendaram para almoçar barato e comprar coisas. cumpre a função de padaria e ainda tem almoço, boa recomendação.
De tarde fomos assinar o contrato e ir no cartório reconhecer firma, Ivan, o Corretor, nos levou lá. pergunta de turista do dia "não precisa pegar senha?". Concluído os esquemas do contrato fomos para o Manaíra Shopping, o maior da cidade. Iamos completar um pagamento para o Ivan, mas como murphy está sempre presente, todos os caixas eletrônicos sairam do ar, foi bem legal a cena, um por um todos os terminas caindo e a mensagem "Por favor, utilize outro terminal". Acabei indo na lotérica e deu tudo certo. Tinha riachuelo e fui comprar uma sunga (não, ela não é vermelha), cinza ou azul petroleo, não lembro da cor. rídiculo. Sujeito muito branco de sunga. eu ri. Comprei um chip tim daqui também.
5 km de casa, o que fazer? buscar um meio de transporte adequado ou andar até a orla e camelar até em casa? andar 5 km é obvio! Paramos para fazer um lanche no caminho e voltamos para casa. começamos andar era 17:30, com paradas chegamos em casa pouco depois das 19h. vimos no caminho uma ninhada de gatinhos preto. Se não fosse o fato de estarmos num hotel, teríamos adotado um. Diz a familia da Cinthia que ter um gato preto traz boa sorte.
Enfim, tv e dormir ao som de um cara tocando no quiosque aqui perto. pedi a senha da internet para o porteiro, "você não tá conseguindo conectar?" "não, não sei qual das redes é a do hotel e tem senha" "é problema de google? aqui a gente usa o internet explorer, de outro problema não sei não, só que quando os clientes não consegue entrar a gente passa essa senha", "er... só me passa a senha que eu tento todas.." internet 10 mb. legal, baixei um filme iraniano de tematica comunista em homenagem ao marcel. Film Socialism. na verdade é do Godard, o velhinho tá vivo, alguns dizem que tá gagá. ainda não vi. talvez nem veja. mas baixei para o caso de chover. Depois vi o resto da 1a temporada de the walking dead. =p
Sono aliviado com o apartamento já certo.

Aquele abraço

Notas Mentais:

*Pra que fazer uma faculdade num shopping?? Sim dentro do Manaíra Shopping tem uma faculdade.
*Fila é lenda urbana em João Pessoa, existe só um aglomerado de pessoas num mesmo lugar.
*Lotérica1: Povo daqui não respeitam nem a fila preferencial, deixando uma mulher com criança no carrinho esperando.
*Lotérica2: Uma mulher saiu da fila a outra entrou, ainda falou cheia de razão "a outra saiu, fiquei no lugar dela". Um tiozão olhou feia para ela dizendo que ela tava tentando furar e esta acabou indo pro final da fila.
*Lotérica3: O mesmo tiozão quando só tinha um cara na frente dele, falou que o primeiro caixa estava livre. o caixa tinha saído pra ir no bwc e não chamou ninguém. resultado: o próximo caixa chamou, como o primeiro ficou no vácuo o tiozao pegou a vez dele.
*Outubro de 2011 tem a 2a temporada de the walking dead.
*Os calangos tentam abocanhar a cabeça um do outro quando brigam. =]
*Há muita gente de roller na orla, até aqueles que definitivamente não sabem andar, acho que deve ter alguem alugando em algum lugar.

João Pessoa - dia 1

Hello povo, resgatando do limbo este blog estou postando algumas das coisas que acontecem por aqui, nem que seja para futura recordação.

O dia 25/01 começou as 4:30, correria ao inicar o dia pra ir ao aeroporto até as 6:00 , uma curva errada pra cá, rua sem saída pra lá, chegamos no aeroporto 6:35, voo marcado pra 7:00.
Conseguimos embarcar com meia mudança e não pediram adicional de peso. Havia sol acima das nuvens em Curitiba.
Fizemos uma escala no aeroporto do Galeão no Rio, muito legal esse aeroporto, parece que o avião vai pousar dentro de um lago, você não vê a pista, apenas água.
Seguimos para Recife, havia uma parada de 1h:30 até embarcamos novamente para joão pessoa, saí para fumar um cigarro levei quase uns 15 minutos para voltar para a área de embarque, havia uma fila gigantesca para o raio-X , parava até metal do sapato (uma recifense que ficou puta de ter que tirar os sapatos, enfim..). Provavelmente depois da reportagem da insegurança nos aeroportos resolveram fazer um pente fino. Quando embarcamos acho que levou 15 minutos para chegar em joão pessoa. parece que é entre 120 e 150 km de distancia dali.
Tirando a dor de barriga de 4 horas, de ter ficado branco, amarelo, verde, cinza, chegamos em joão pessoa cerca de 13:05.

Foto da vista do quarto

O flat que eu e a Cinthia ficamos é no cabo branco, uma área nobre da praia (ajuda da sogra que achou um dono cristão que falou que a familia é o bem mais importante e bla bla bla e ganhou um desconto por facilitar a nossa vida familiar), como se fosse uma kitnet, com fogao, frigobar, rede, internet, piscina e essas coisas que vem no kit hotel. Isso significa que tivemos que andar um monte até achar um x-salada. Claro que poderia ter comido lagosta com ensopado de ostras e perfume de ervas, mas não queriamos gastar 100 pilas num almoço. enfim, pouco a frente 1km, tinha um lugar que vendia sanduiche, meu x-egg com bacon veio sem bacon, mas tudo bem. não paguei a mais por isso.


O corretor imobiliario que contatamos de curitiba nos encontrou no hotel e levou para conhecer o ap. perto da ufpb. ele é um judeu bem simpático. chegamos no ap, ruas de areias alagadas por envolta, onibus perto, mas um problema de engenharia. A janela do quarto é no mínimo rídicula, uma ventarola ou outro nome que esqueci, aquelas de empurrar, parece de banheiro. Por isso no site nao mostrava as fotos do quarto. A cinthia bateu o pé que não queria e cancelamos ali mesmo o plano praquele apartamento.

Fomos para o outro apartamento que já tinhamos visto, na bairro do bessa (a praia leva o mesmo nome), 1 quadra do mar, mobiliada. parecia melhor já, quem precisa morar perto da faculdade? O corretor transferiu os valores que tinhamos dado de caução para este outro ap, sem nenhum onus, isso foi louvavel já que renscindimos o contrato antes mesmo de se mudar.

O corretor nos deixou numa padaria, compramos mantimentos e voltamos para o hotel (flat tipo sem café da manhã e almoço, vc se vira com a cafeteira, microondas e fogareiro (sem panelas) do quarto).

Exaustos, roubamos internet do vizinho, vimos os milhoes de canais da net e dormimos.

Notas mentais:

*O pessoal realmente não gosta de atender turistas, sei lá. Não que sejam grossos, mas fazem as coisas como se de má vontade.
*Num quiosque perto do hotel, a dose de red label tá R$7,5 e de Black tá R$10,00. Rum, domec por 2,50, tequila 6. Skol 3,99. Acho que destilados não é forte deles.
*A polícia também usa bicicleta para fazer patrulha na orla.
*No trecho recife-joão pessoa o avião demorou mais para decolar e pousar do que pra chegar no destino propriamente dito
*Na padaria, a Cinthia perguntou qual o melhor café na sua opinião (referindo à marca). resposta: o melhor café que tem é café com leite e pão com mortadela.
*Saiu no jornal que João Pessoa tem uma das piores remunerações do Brasil.


Aquele abraço