Hello povo. Finalmente chegou o dia 7. O climax de nossa primeira seman em João Pessoa. Finalmente nos mudamos. Mandei por e-mail as fotos do ap. Quando tirar uma decente posto aqui. Acordamos 6:00 da manhã, sol aparecendo, pessoas correndo na orla fechada para veiculos, fomos fumar um cigarrinho matinal para apreciar a paisagem e.. chuva. Chuva de verão! Bem na hora do cigarro matinal. Treinamos o 20 metros rasos sem barreiras para dentro do hotel e fomos arrumar as malas.
O Jerônimo, o cristão que arranjou o desconto do hotel para o bem da familia ia fazer o translado hotel-casa nova. Sabe aqueles fanáticos, tipo Deus interviu na minha vida e agora preciso pregar a palavra? Coisa do tipo. Ele ainda é funcionário do tribunal do trabalho da Paraíba. Depois quedesovei o presenteei com um calendario com frases cristãs ele se abriu todo. Diz ele que vai guardar no carro porque é portátil. Falou pra se cuidar, do casamento, da união com Deus, como Deus é bom e bla bla bla. Whatever, vai dar tudo certo. Em nome de Jesus.
Chegamos no ap novo. Ele não é necessariamente novo, só é novidade estarmos morando nele. Os outros moradores também não são novos, nosso é o único alugado, o resto é de moradores antigos, se é que vocês me entendem. A vizinha é a dona piedade. Bem simpática. No que precisar pode chamar ela. Talvez ela precise de atenção. Nas normas diziam que 20h é pra reduzir o barulho, provavelmente qualquer barulho depois das 22h vai despertar a ira da melhor idade. A casa tem uma mobilia usada mas em bom estado de conservação. A decoração segundo a Cinthia é péssima. Provavelmente vamos esconder tudo que acharmos feio embaixo da cama do quarto de visitas. Bate um vento bem agradavel, diz que aqui o vento vem do sul, não do mar. Seja lá de onde vem, é bem arejado, apesar do excesso de grades na janela dar uma sensação de sufocamento na primeira vista.
Deixamos as malas (e a bagunça) de lado e fomos explorar a região. Adaílson, Adaílton, ou algo assim parece ser o zelador. Ele nos indicou o caminho do mercado e da panificadora. No caminho vimos várias distribuidoras de bebidas, isso é bem útil. Acho que vou fazer uma pesquisa de preço, só preciso arranjar garrafas de vidro e um isopor para garrafas. Tem um mercado próximo, as ruas não são necessariamente bem asfaltadas, no fundo percebe-se que ainda há falta de estrutura no bairro, nada que tenha sido um inconveniente. A padaria fica na frente do banco do brasil, o mercado arruda na rua que sai na praça do caju. Dada as devidas proporções, estavamos no equivalente à pontal ou guaratuba e fomos para matinhos ou caiobá. Areia um pouco suja, meio descuidada, mas nada que atrapalhe a beleza do lugar. Compramos equipamentos básico de limpeza no mercadinho local e fomos dar uma melhorada no visual do ap.
Pela tarde, fomos atrás de um mercado grande, atrás de suprimentos de verdade. Carrefour. O ponto final do ônibus fica na nossa rua, em frente do mercadão municipal do Bessa. Só tinha gente tomando cachaça e nenhuma caracteristica de mercado como barracas ou sei lá, fruta, peixe à venda. Pedimos pro cobrador nos avisar do ponto do carrefour ele fez uma cara de quem todo mundo sabe onde é o carrefour ou ele é grande o suficiente para você perceber quando chegar, mas avisou onde era o nosso ponto de descida sem maiores problemas. Não notei muita diferença no preço das coisas, apesar de que no final das contas deviamos ter feito alguma economia. Absurdos, uma caixa de ovo custa 4 pilas, não existe salsinha ou cebolinha e a seção de frutas e verduras é bem falha. Na volta o taxista nos mostrou onde fica o equivalente das lojas de 1,99 ou onde poderíamos comprar coisas de plástico para casa. Era o império dos potes e das cadeiras plásticas. Devia ser a casa china local. Comentamos sobre a falta de produtos no mercado ele nos recomendou ir para cabedelo, região metropolitana de João Pessoa. Até onde eu lembrava região metropolitana não era boa. Dizia ele que lá tem frutas e peixe direto do produtor. Comentou ainda que na BR existe o "transporte alternativo", pessoas que depois do trabalho fazem o transporte de pessoas até cabedelo, elas piscam o farol e você acena, mas ele não recomendava pegar um desses. Só em último caso. Preferi não perguntar porque ele não recomendava.O Jerônimo, o cristão que arranjou o desconto do hotel para o bem da familia ia fazer o translado hotel-casa nova. Sabe aqueles fanáticos, tipo Deus interviu na minha vida e agora preciso pregar a palavra? Coisa do tipo. Ele ainda é funcionário do tribunal do trabalho da Paraíba. Depois que
Chegamos no ap novo. Ele não é necessariamente novo, só é novidade estarmos morando nele. Os outros moradores também não são novos, nosso é o único alugado, o resto é de moradores antigos, se é que vocês me entendem. A vizinha é a dona piedade. Bem simpática. No que precisar pode chamar ela. Talvez ela precise de atenção. Nas normas diziam que 20h é pra reduzir o barulho, provavelmente qualquer barulho depois das 22h vai despertar a ira da melhor idade. A casa tem uma mobilia usada mas em bom estado de conservação. A decoração segundo a Cinthia é péssima. Provavelmente vamos esconder tudo que acharmos feio embaixo da cama do quarto de visitas. Bate um vento bem agradavel, diz que aqui o vento vem do sul, não do mar. Seja lá de onde vem, é bem arejado, apesar do excesso de grades na janela dar uma sensação de sufocamento na primeira vista.
Deixamos as malas (e a bagunça) de lado e fomos explorar a região. Adaílson, Adaílton, ou algo assim parece ser o zelador. Ele nos indicou o caminho do mercado e da panificadora. No caminho vimos várias distribuidoras de bebidas, isso é bem útil. Acho que vou fazer uma pesquisa de preço, só preciso arranjar garrafas de vidro e um isopor para garrafas. Tem um mercado próximo, as ruas não são necessariamente bem asfaltadas, no fundo percebe-se que ainda há falta de estrutura no bairro, nada que tenha sido um inconveniente. A padaria fica na frente do banco do brasil, o mercado arruda na rua que sai na praça do caju. Dada as devidas proporções, estavamos no equivalente à pontal ou guaratuba e fomos para matinhos ou caiobá. Areia um pouco suja, meio descuidada, mas nada que atrapalhe a beleza do lugar. Compramos equipamentos básico de limpeza no mercadinho local e fomos dar uma melhorada no visual do ap.
Chegamos em casa, trouxemos as compras, resolvemos mudar e colocar o sofá no quarto de visita. ele não passava no corredor, foi preciso alguma manobra para encaixar, abrir ele (é um sofa cama), arranhar um pouco a parede, mas ainda sim o resultado foi bom. Deve chegar amanhã nosso novo sofá usado.
Deixamos o resto da arrumação para o próximo dia. Até breve.
Aquele abraço
Notas mentais:
*Tecnicamente agora só postagens ocasionais e abandono completo do blog após 1 semana de publicações. Espero que se mantenha, tenha sempre novas histórias, bom preciso contar ao mundo o que está acontecendo. O.o
*Nunca aceite carona de estranhos quando estiver na beira de estrada.
*Galinha dos ovos de ouro existem. Pelo menos deve ser por aqui.
*As leis de murphy também existem. Todo belo dia em que decide-se aproveitar a paisagem ao ar livre chove.
*As pessoas em joão pessoa parecem que disputam quem dá a melhor opinião, quando pergunta para uma pessoa numa roda, todos da roda vão dar a opinião.
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